quinta-feira, 17 de março de 2011

VII NefroWalker - Cultural até o caroço



Fechamos o ciclo com esta VII NefroWalker.  Desde o início, fazendo um contraponto com os escaladores de alto desempenho, a gente se propôs a fazer os 7 cumes para os deficientes renais.  Eleger 7 praças razoavelmente planas de Belo Horizonte, com um traçado vagabundamente curto, e, a cada mês, a gente ia cumprindo um desafio.

Começamos na Praça da Lagoa Seca do Belvedere, depois fomos na Praça JK, na Praça da Liberdade, na Praça da Barragem de Santa Lúcia, (eu dei o cano em janeiro, que ninguém é de ferro) na Praça Floriano Peixoto e, a mais esculhambada de todas, a Praça Duque de Caxias.  Nesta última vez, a gente nem caminhou.  Ficamos mais de samba e de Bolão.  Neste ciclo, apesar dos maus presságios de alguns pessimistas, não tivemos nenhuma chuva durante os eventos.

Com a lua cheia de março caindo justo no dia de São José, dia da enchente das goiabas, você não queria que a gente fosse desafiar a tradição a ponto de marcar a caminhada pro dia e esperar que não chovesse, como nas outras seis...  Queria?

O resultado, com a gente gostando cada vez mais de inventar moda, vai ser uma caminhada à prova dágua.

Mudamos a data para o dia 23, quarta-feira, mas ainda na Lua Cheia, e o Museu de Artes e Ofícios, na Praça da Estação, vai ficar aberto pra nós.  Esse negócio de museu, sabe como é, eles são britânicos.  Fecham 21:00 na bucha.

Fatinha, da Comunicação do MAO, vai tentar armar uma visita guiada pra nós.  Imagino que pra uns 30.  O programa, então fica assim: 
19:00  -  encontro no Café do Museu[1].
20:00  -  a gente sai em visita, caminhando no Museu.
21:01  -  debandada pro CentoeQuatro[2], pra ouvir um jazz ou alguma coisa assim

Esta caminhada é a última mas vai deixar saudade...


EM TEMPO:  
tanto o Museu de Artes e Ofícios quanto o CentoeQuatro são equipados pra receber todo tipo de necessidades especiais[3].
Atenção Paulinho Monguba e Marcelo Xavier:  podem ir sem grilo




[1] O Café do Museu é coisa pra gente fina.  Sucos, salgadinhos, chás, essas coisas

[2] O CentoeQuatro é um centro cultural pra vagabundo boêmio.  É só cruzar a rua.  Tem cerveja, cachaça, torresmo, jazz, exposição, uma maravilha.  Pra vocês...

[3] Quero ver se eu me cagar todo, se eles entendem isto como necessidade especial...



6 comentários:

Flavia Coelho disse...

e eu que tava achando que vc ia comprar galocha p/ todo mundo e com direito a jato d'agua da fonte da Praça da Estação..... mas continuamos acreditando nas enchentes das goiabas. É melhor mesmo não arriscar.
Bjs

Paulinho Saturnino Figueiredo disse...

Se cagar todo não é necessidade especial, é necessidade essencial aplicada de modo alternativo. Necessidade especial seria ter mania de só se cagar plantando bananeira, e querendo se limpar com as folhas da dita cuja.

PC disse...

Adorei, Flavinha.
Por via das dúvidas, vou de calção.

PC disse...

Tá ok, Paulinho.
Mas, isto posto, tem bananeira no Museu?
Fiquei inseguro agora...

Sakana-san disse...

Jazz? Vai ter John Pizzarelli ao vivo e em cores??? E recebi seu pacote, obrigada. Tentei ligar para o número que lá constava, mas estou com problemas no telefone. Culpa da Net. Beijos e obrigada!

PC disse...

Quarta é um cara daqui, Mauro Continentino, que é puro Jazzzzzz.
Se ele tocar Pizza, gravo e mando pra você, Sakana.
Beijos